Archive for 2008

Economize água

admin agosto 13th, 2008

De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia.

Gastar mais de 120 litros de água por dia é jogar dinheiro fora e desperdiçar nossos recursos naturais. Veja algumas dicas de como economizar água  e dinheiro - sem prejudicar a saúde e a limpeza da casa e a higiene das pessoas.

No banheiro
Banho de 15 minutos ?  Olha o Nível!
O banho deve ser rápido. Cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. A economia é ainda maior se ao se ensaboar fecha-se o registro. A água que cai do chuveiro também pode ser reaproveitada para lavar a roupa ou qualquer outra atividade da casa. Para isso, deve-se colocar um balde ou bacia embaixo para armazenar aquela água.

Hora do banho
Banho de ducha por 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Se fechamos o registro, ao se ensaboar, e reduzimos o tempo para 5 minutos, o consumo cai para 45 litros.
No caso de banho com chuveiro elétrico, também em 15 minutos com o registro meio aberto, são gastos 45 litros na residência. Com os mesmos cuidados que com a ducha, o consumo cai para 15 litros.

Ao escovar os dentes
Se uma pessoa escova os dentes em cinco minutos com a torneira não muito aberta, gasta 12 litros de água. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11,5 litros de água.

Lavar o rosto
Ao lavar o rosto em um minuto, com a torneira meio aberta, uma pessoa gasta 2,5 litros de água. A dica é não demorar.
O mesmo vale para o barbear. Em 5 minutos gastam-se 12 litros de água. Com economia o consumo cai para 2 a 3 litros.

Descarga e vaso sanitário
Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa, pois ela gasta muita água. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias de 6 litros por acionamento (fabricadas a partir de 2001) necessitam um tempo de acionamento 50% menor para efetuas a limpeza, neste caso pode-se chegar a volumes de 6 litros por descarga.  Quando a válvula está defeituosa, pode chegar a gastar até 30 litros. Mantenha a válvula da descarga sempre regulada e conserte os vazamentos assim que eles forem notados.
Lugar de lixo é no lixo. Jogando no vaso sanitário você pode entupir o encanamento. E o pior é que o lixo pode voltar pra sua casa.

Calçada e carro
Adote o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada e o pátio da sua casa.
Lavar calçada com a mangueira é um hábito comum e que traz grandes prejuízos. Em 15 minutos são perdidos 279 litros de água.

Se houver uma sujeira localizada, use a técnica do pano umedecido com água de enxágüe da roupa ou da louça.

Use um balde e um pano para lavar o carro ao invés de uma mangueira. Se possível, não o lave durante a estiagem (época do ano em que chove menos).

Muita gente gasta até 30 minutos ao lavar o carro. Com uma mangueira não muito aberta, gastam-se 216 litros de água. Com meia volta de abertura, o desperdício alcança 560 litros. Para reduzir, basta lavar o carro somente uma vez por mês com balde. Nesse caso, o consumo é de apenas 40 litros.

Jardim e piscina
Use um regador para molhar as plantas ao invés de utilizar a mangueira.
Ao molhar as plantas durante 10 minutos o consumo de água pode chegar a 186 litros. Para economizar, a rega durante o verão deve ser feita de manhãzinha ou à noite, o que reduz a perda por evaporação. No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã. Mangueira com esguicho-revólver também ajuda. Assim, pode-se chegar a uma economia de 96 litros por dia!
Se você tem uma piscina de tamanho m&ea cute;dio exposto ao sol e à ação do vento, você perde aproximadamente 3.785 litros de água por mês por evaporação, o suficiente para suprir as necessidades de água potável (para beber) de uma família de 4 pessoas por cerca de um ano e meio aproximadamente, considerando o consumo médio de 2 litros / habitante / dia. Com uma cobertura (encerado, material plástico), a perda é reduzida em 90%.

Área de serviço
Junte bastante roupa suja antes de ligar a máquina ou usar o tanque. Não lave uma peça por vez.
Caso use lavadora de roupa, procure utilizá-la cheia e ligá-la no máximo três vezes por semana.
Se na sua casa as roupas são lavadas no tanque, deixe as roupas de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Use água nova apenas no enxágüe. E aproveite esta última água para lavar o quintal ou a área de serviço.
Ao lavar a roupa, aproveite a água do tanque ou máquina de lavar e lave o quintal ou a calçada, pois a água já tem sabão.

Lavar roupa
No tanque, com a torneira aberta por 15 minutos, o gasto de água pode chegar a 279 litros. O melhor é deixar acumular roupa, colocar a água no tanque para ensaboar e manter a torneira fechada. E que tal aproveitar a água do enxágüe para lavar o quintal?
A lavadora de roupas com capacidade de 5 quilos gasta 135 litros. O ideal é usá-la somente com a capacidade total

Na cozinha
Ao lavar a louça, primeiro limpe os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só aí, abra a torneira para molhá-los. Ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira novamente para novo enxágüe. Só ligue a máquina de lavar louça quando ela estiver cheia.
Numa casa, lavando louça com a torneira meio aberta em 15 minutos, são utilizados 117 litros de água. Com economia o consumo pode chegar a 20 litros.
Uma lavadora de louças com capacidade para 44 utensílios e 40 talheres gasta 40 litros. O ideal é utilizá-la somente quando estiver cheia.

Na higienização de frutas e verduras utilize cloro ou água sanitária de uso geral (uma colher de sopa para um litro de água, por 15 minutos). Depois, coloque duas colheres de sopa de vinagre em um litro de água e deixe por mais 10 minutos, economizando o máximo de água possível.
Você sabia que ao se utilizar um copo de água, são necessários pelo menos outros 2 copos de água potável  para lavá-lo. Por isso, combata o desperdício em qualquer circunstância.

O Consumo de Água

admin agosto 13th, 2008

ÁGUA: Consumo, Economia e Direitos do Consumidor

A água  fornecida em São Paulo  é tratada e distribuída pela Sabesp que, como as demais concessionárias de serviços públicos, está obrigada pelo Artigo 22 do Código de Defesa do Consumidor a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e contínuos.

Outros artigos do Código, que dispõem sobre prestação de serviços, e normas específicas também devem ser observadas. Uma delas é a de reembolsar, em dobro, valores indevidamente cobrados a mais, salvo engano justificável.

Dessa forma, visando a preservação de direitos e a economia de seu orçamento doméstico, você deve habituar-se a conferir sua conta de água. Todos os campos da conta de água devem ser entendidos e analisados todo mês.

Use a água apenas para o necessário.

A água é um dos bens mais preciosos, sendo essencial à vida animal e vegetal. Evite desperdícios verificando regularmente se:

- não há torneiras com defeito (pingando);

- a descarga está funcionando adequadamente;

- o extravasor da caixa d’água (ladrão), da caixa ou reservatório de água não está vazando em função do mau funcionamento da bóia.

Observe, também, o funcionamento do seu hidrômetro: se ele acusar aumento significativo de consumo, sem razão aparente para isso, avise imediatamente a Sabesp.

Lembre-se: a Sabesp só é responsável por vazamentos verificados até a ligação do cavalete da residência.
Tarifas especiais

Alguns usuários, em situações especiais, poderão pagar menos pelo consumo de água, utilizando-se dos benefícios concedidos por dois tipos de tarifas: a Nova Tarifa Social, com descontos que chegam a mais de 50% em relação à tarifa normal. Essa tarifa é destinada a moradores de favelas, em imóveis de madeira e com consumo de até 30m3 de água (30.000 litros), e a Tarifa Popular, implantada em 01/01/98, com descontos que podem chegar até 50%. Podem utilizar esse benefício: moradores de casas com até 60 m2 de área útil, que consumam energia elétrica de até 170 kwh por mês e que possuam renda familiar de até dois salários mínimos; desempregados, desde que o último salário tenha sido de no máximo três salários mínimos; moradores de cortiços ou assemelhados.

Tanto para o cadastramento em uma das tarifas especiais, quanto para reclamar de qualquer irregularidade verificada em sua conta, você deve recorrer à agência Sabesp do seu bairro. No caso de reclamação, guarde o número do protocolo. Se o problema não vier a ser regularizado, a Fundação Procon-SP estará pronta a atendê-lo.

O que você deve conferir nos campos da conta de água:

consumo de água

(1) TARIFAS DE ÁGUA / M3: a água é medida pelo consumo em metros cúbicos e  o cálculo é progressivo. Quanto maior for seu consumo, mais caro será o valor cobrado por m3.

(2) CONSUMO EM M3: para pagar a tarifa mínima você deve consumir até 10 m3, que correspondem a 10.000 litros de água por mês. Se a leitura não for efetuada, você será cobrado pela média de consumo dos últimos meses. Posteriormente, será acertada a diferença (para maior ou menor), de acordo com o seu consumo real.

(3) ECONOMIAS: veja se o imóvel está corretamente cadastrado, pois os preços cobrados variam de acordo com cada categoria. Se você mora em casa, logo abaixo da categoria “RES” (Residencial) deve estar assinalado o número “1″. No caso de apartamentos, ou habitações coletivas servidas por um único hidrômetro, deve constar o número de unidades (apartamentos/casas) que compõem o todo. O cadastramento junto à Sabesp diminui os valores cobrados, pois o cálculo (progressivo) passa a ter como base o número de residências que gerou o volume em metros cúbicos total.

(4) Nº DO HIDRÔMETRO: nesse campo mostra o número do hidrômetro que se encontra sob a sua guarda. A SABESP costuma trocá-lo, quando necessário, sem cobrar pelo serviço. Porém, se for constatado que o aparelho foi violado (cúpula perfurada, relojoaria danificada etc.), será cobrada a troca e a diferença dos valores pagos a menor pelo consumidor.

(5) DISCRIMINAÇÃO DO FATURAMENTO: relaciona os valores cobrados pelo consumo de água, esgoto, acréscimos por atraso de pagamento e serviços.

Procure sempre pagar a sua conta em dia, pois serão cobrados acréscimos decorrentes de multa (2%) e correção pelo atraso. O hábito de analisar a conta de água todo o mês permite, além da comparação de gastos e valores, que também seja verificada existência dealgum vazamento ou mudanças de comportamento para a economia no consumo geral.

Matéria Extraída do site: Fundação Procon.sp.gov.br

Alagamentos em ruas e avenidas, de quem é a culpa ?

admin maio 31st, 2008

Vamos nos mobilizar para responsabilizar quem são os responsáveis, quando em dia de chuvas na cidade de São Paulo, sofremos prejuízos decorrentes de alagamentos em ruas e avenidas. Vote nessa enquete que achamos ser de utilidade pública.

De quem é a responsabilidade quando uma rua de São Paulo sofre com alagamento, causando prejuízos a carros e estabelecimentos comerciais e residênciais?

a) Prefeitura (pela falta de manutenção junto aos bueiros)
b) Os estabelecimentos da Rua (pelo lixo espalhado pelo chão)
c) Ninguém (isso pode ocorrer)

Estudo mostra que mais de 50% dos brasileiros não têm acesso a esgoto

admin maio 30th, 2008

Um levantamento da Abdib (Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base) divulgado nesta terça-feira mostra que mais de 50% dos brasileiros –cerca de 95,3 milhões– não têm acesso ao serviço de coleta de esgoto. Além disso, segundo o estudo, 35,3 milhões de pessoas não dispõem de rede geral de distribuição de água, 6,1 milhões vivem sem energia elétrica e 53,1 milhões não contam com telefone fixo ou celular em casa.

Os dados são baseados na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2005, lançada pelo IBGE em 2006.

A maioria dos brasileiros sem acesso a esses serviços é formada por famílias com renda mensal de até três salários mínimos. No caso da coleta de esgoto, dos 95,3 milhões sem acesso, 58,3 milhões –ou 61,2%– estão nessa faixa.

Nos demais casos, a porcentagem é ainda maior. As famílias com renda de até três salários mínimos representam 69,9% dos que não dispõem de abastecimento de água –cerca de 24,69 milhões de pessoas.

Ainda nessa faixa de renda, 5,2 milhões de pessoas (85,7%) não têm acesso à energia elétrica e 44,03 milhões (82,9%) não possuem telefone.

O estudo sugere que uma das formas para facilitar o acesso a esses serviços seria reduzir a carga tributária, que atinge, em alguns setores, metade da conta mensal.

O objetivo do levantamento, de acordo com a Abdib, é alertar para a relação que existe entre o acesso pleno a serviços de eletricidade, telefonia, água e esgoto para a superação da pobreza.

“A infra-estrutura é, depois de um sistema educacional universal e eficiente, condição fundamental para haver qualidade de vida e para prover as pessoas de condições mínimas para que elas ultrapassem a linha de pobreza com as próprias mãos”, explica Paulo Godoy, presidente da Abdib.

Segundo o documento, a ausência de redes para abastecimento de água tratada e para coleta e tratamento de esgoto aumenta a proliferação de doenças bacterianas passíveis de prevenção, prejudica o ano escolar de milhares de crianças e força o poder público a despender mais recursos com serviços hospitalares.

Godoy aponta caminhos para o poder público promover o acesso da população de baixa renda aos serviços: reduzir a carga tributária incidente sobre o consumo, de acordo com a essencialidade dos serviços; aproveitar a legislação de parcerias público-privadas; e formular planos abrangentes de concessão que permitam a aplicação de políticas tarifárias e de subsídios transparentes em regiões maiores.

Falta de saneamento básico atinge 53% dos brasileiros

admin maio 30th, 2008

Um estudo elaborado pelo Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgado nesta terça-feira aponta que 53% da população brasileira não possui saneamento básico e que, no que depender do retrospecto da área, o problema só estará totalmente resolvido no ano de 2.122.

O relatório apresentado hoje foi feito pelos técnicos da FGV a pedido do instituto Trata Brasil, uma entidade sem fins lucrativos que reúne empresas que visam incentivar medidas de responsabilidade socioambiental.

De acordo com os pesquisadores, as populações mais afetadas pela ausência de boas condições de saneamento básico são crianças de um a seis anos de idade e as grávidas.

O movimento alerta que a divulgação do estudo é importante neste momento por dois fatores: o fato de haver recursos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) disponível para a área e o período pré-eleitoral, uma vez que em 2008 ocorrem as eleições municipais em todo país. Outro fator é que a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu 2008 o ano internacional do saneamento básico.

Evolução

O estudo da FGV cruza várias fontes de dados para avaliar as condições de saneamento básico da população brasileira. Uma delas é a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A tabulação feita pelos técnicos da fundação constatou que a taxa de acesso ao esgoto tratado aumenta conforme a faixa etária analisada, índice de escolaridade e se a pessoa mora na região urbana ou rural.

Em 1992, 36,02% da população tinha acesso ao esgoto tratado. Esse índice passou para 46,77% em 2006.

Em 1992, o acesso ao esgoto tratado abrangia 29,1% da população da faixa etária compreendida entre zero a quatro anos de idade. Em 2006 esse número saltou para 40,3% nesta mesma faixa etária.

Já 40,2% daqueles com idade entre 55 e 59 anos tinham acesso ao esgoto tratado em 1992. Esse número saltou para 51,6% em 2006.

Em 1992, 17,1% daqueles que detinham de um a três anos de estudo tiham acesso ao esgoto tratado, passando a 25,5% em 2006. A evolução foi menor entre aqueles que possuem de oito a 11 anos de estudo (53,3% em 1992 para 56,3% em 2006). Os que detém mais de 12 anos ou mais de estudo são os que mais têm acesso a sistemas de tratamento de esgoto: 70,8% em 2006.

O estudo revela diferenças geográficas no atendimento ao saneamento básico. Enquanto o esgoto tratado é uma realidade para apenas 2,9% da população moradora da zona rural da cidade, o índice de atendidos na zona urbana é de 48,7% passando para 63% em regiões metropolitanas.

Como funciona uma rede de esgotos

admin maio 30th, 2008

• O esgoto escoa dentro das tubulações a no máximo 75% da sessão dos tubos, ou seja, eles não preenchem todo o conteúdo da canalização.

• Elas são implantadas a profundidades variadas, com certa declividade necessária para o encaminhamento do esgoto por gravidade.

• As redes correm para as partes mais baixas de uma sub bacia, onde estão instalados os emissários.

• Em algumas situações, o esgoto é encaminhado para as partes mais altas, por meio das Estações Elevatórias de Esgotos (EEE).

Lixo e água de chuva – maiores inimigos das redes de esgotos

• O lixo que vai para as redes de esgoto entope os tubos, impedindo a passagem do esgoto, e fazendo com que as redes se rompam.

• As águas de chuva quando vão para as redes de esgoto causam extravasamentos. A água de chuva “enche” toda a tubulação de esgoto, pressionado as paredes dos tubos fazendo com que se rompam, provocando refluxos.

Esgotos domésticos: São aqueles gerados nas atividades residências e nas instalações hidráulico-sanitárias.

Esgotos não domésticos: Podem ser gerados nos processos produtivos de indústrias e das prestadoras de serviços, do comércio e em outros segmentos da atividade econômica.

Atitudes simples evitam estragos à rede de esgotos

Estragos na rede de esgoto podem ser evitados com iniciativas simples. É o que garantem dois funcionários da Sabesp que lidam diariamente com problemas de entupimento na tubulação da região da Sé, no Centro de São Paulo.

“O mais importante: bacia sanitária não é lixeira”, em muitos casos, o entupimento das redes é provocado pelo acúmulo de cabelo, panos ou mesmo absorventes femininos e preservativos, garante os operadores de sistemas de saneamento básico, responsável pela desobstrução de esgotos.

É necessário também a manutenção constante da caixa de gordura de prédios e restaurantes. “Sem manutenção, o material passa para o esgoto.” Essas caixas servem para separar a gordura da água, justamente para evitar entupimentos.

Como evitar entupimento de Esgotos

admin maio 30th, 2008

Não jogue objetos no vaso sanitário, pia ou tanque. Evite que papel higiênico, fraldas descartáveis, absorventes, roupas, restos de comida e outros objetos alcancem a rede de esgoto.

Use ralos, grelhas e sifões nas pias e tanques

 

Apenas a água usada na pia da cozinha, no banheiro e no tanque deve ser lançada na rede de esgoto

Não canalize águas de chuva nos esgotos sanitários, pois sobrecarregam a rede de esgoto provocando transbordamento e retorno para dentro das residências

Mantenha a caixa de gordura e de inspeção sempre limpas, pois através delas é realizada a inspeção e desobstrução da rede de esgoto, evitando assim entupimentos e a presença de insetos e odores desagradáveis.

Olha o que disse um técnico da Sabesp:

Estragos na rede de esgoto podem ser evitados com iniciativas simples. É o que garantem dois funcionários da Sabesp que lidam diariamente com problemas de entupimento na tubulação da região da Sé, no Centro de São Paulo.

“O mais importante: bacia sanitária não é lixeira”, orienta Marcelo Ginesi, gerente do pólo de manutenção da concessionária na Sé. Ele conta que, em muitos casos, o entupimento das redes é provocado pelo acúmulo de cabelo, panos ou mesmo absorventes femininos e preservativos.

Next »